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Quarta-feira, 26 de Julho de 2017

Conselho Económico Paroquial


Existe em todas as Paróquias um Conselho Económico Paroquial (CEP), com a função de administrar os bens do Fundo Paroquial. Dotado de estatutos próprios, aprovados pelo Senhor Arcebispo, é constituído por um número ímpar de membros, nomeados pelo Prelado, sob proposta do Pároco. É presidido pelo Pároco e o seu voto é consultivo, «todavia, o pároco não deve, sem uma razão prevalente, afastar-se do seu parecer se for unânime…». O seu mandato é de cinco anos, podendo os seus membros ser reconduzidos uma só vez.

O CEP de Santa Maria Maior foi, sob proposta do Prior, nomeado pelo senhor Arcebispo e iniciou funções em Janeiro de 2013, por um período de cinco anos.

 

Constituem o CEP de Santa Maria Maior:

  • Prior - Abílio Fernando Alves Cardoso
  • Abílio de Jesus da Rocha e Silva (Secretário)
  • João Júlio Alvelos Alves (Tesoureiro)
  • José Rui Ribeiro Azevedo
  • Armando Oliveira Carvalho
  • António da Silva Moreira
  • António Cândido Campos Ramos Lopes
  • Maria Alexandra Gomes Torres
  • Maria da Conceição Ferreira Santos Leite Vieira

Ao longo do ano pastoral 2016 / 2017, tem previstas reuniões ordinárias nas seguintes datas: 11.10.2016, 2.11.2016, 09.12.2016, 06.01.2017, 03.02.2017, 08.03.2017, 01.04.2017, 10.05.2017, 02.06.2017, 26.06.2017 e 04.09.2017.

 

Visita de trabalho: 28.01.2016


 

CONSELHO ECONÓMICO
A propósito da renovação dos Conselhos Económicos, recebemos da Cúria as seguintes orientações:
1. Não inscrever pessoas que ocupem lugares políticos ou outras funções associativas que venham a prejudicar ou a gerar confusões na mente das pessoas sobre o campo de ação de cada um. Bom entendimento e colaboração sim, confusões não.
2. Se algum membro dos Conselhos Económicos se quiser candidatar às eleições autárquicas ou a outros cargos necessários na vida civil, é bom que o faça e que ganhe se o povo assim o desejar, pois todo o cristão deve empenhar-se na construção da vida pública e associativa. No entanto, deve, antes de começar a campanha eleitoral, requerer a suspensão da sua atividade como membro do Conselho Económico Paroquial. É um gesto digno e necessário para o bem da Comunidade e para a gestão e dinâmica das respectivas instituições que têm interesses e fins próprios.
3. Será bom integrar algum elemento (jovem ou menos jovem) que saiba lidar com computadores e facilite a caminhada na organização da paróquia, sobretudo no campo da contabilidade. Muitas paróquias já o fizeram… e bem.
4. O número de membros do Conselho Económico tem de ser ímpar. Parece-nos, pelo que vamos ouvindo a alguns sacerdotes, que o Conselho não deveria ter mais de sete membros.
5. Como sabe, salvo razão de força maior, colocada à ponderação e decisão do Senhor Arcebispo Primaz, cada membro do Conselho Económico não poderá permanecer no mesmo por mais de dois mandatos seguidos. (Boletim Construir nº.43 de 21.10.2012)