Conselho Económico Paroquial


Existe em todas as Paróquias um Conselho Económico Paroquial (CEP), com a função de administrar os bens do Fundo Paroquial. Dotado de estatutos próprios, aprovados pelo Senhor Arcebispo, é constituído por um número ímpar de membros, nomeados pelo Prelado, sob proposta do Pároco. É presidido pelo Pároco e o seu voto é consultivo, «todavia, o pároco não deve, sem uma razão prevalente, afastar-se do seu parecer se for unânime…». O seu mandato é de cinco anos, podendo os seus membros ser reconduzidos uma só vez.

O CEP de Santa Maria Maior foi, sob proposta do Prior, nomeado pelo senhor Arcebispo e iniciou funções em Janeiro de 2013, por um período de cinco anos, pelo que está a terminar o seu mandato, estando já o Prior a consultar os paroquianos para a constituição do novo Conselho dado que cinco dos elementos actuais terão de ser substituídos por atingirem o limite de mandatos (dois de cinco anos)

 

Constituem o CEP de Santa Maria Maior:

Ao longo do ano pastoral 2017 / 2018, tem previstas reuniões ordinárias nas seguintes datas: 04.10.2017, 07.11.2017, 05.12.2017, 05.01.2018, 02.02.2018, 16.03.2018, 10.04.2018, 08.05.2018, 06.06.2018, 26.06.2018 e 08.09.2018.

 

Visita de trabalho: 27.01.2018


 

CONSELHO ECONÓMICO
A propósito da renovação dos Conselhos Económicos, recebemos da Cúria as seguintes orientações:
1. Não inscrever pessoas que ocupem lugares políticos ou outras funções associativas que venham a prejudicar ou a gerar confusões na mente das pessoas sobre o campo de ação de cada um. Bom entendimento e colaboração sim, confusões não.
2. Se algum membro dos Conselhos Económicos se quiser candidatar às eleições autárquicas ou a outros cargos necessários na vida civil, é bom que o faça e que ganhe se o povo assim o desejar, pois todo o cristão deve empenhar-se na construção da vida pública e associativa. No entanto, deve, antes de começar a campanha eleitoral, requerer a suspensão da sua atividade como membro do Conselho Económico Paroquial. É um gesto digno e necessário para o bem da Comunidade e para a gestão e dinâmica das respectivas instituições que têm interesses e fins próprios.
3. Será bom integrar algum elemento (jovem ou menos jovem) que saiba lidar com computadores e facilite a caminhada na organização da paróquia, sobretudo no campo da contabilidade. Muitas paróquias já o fizeram… e bem.
4. O número de membros do Conselho Económico tem de ser ímpar. Parece-nos, pelo que vamos ouvindo a alguns sacerdotes, que o Conselho não deveria ter mais de sete membros.
5. Como sabe, salvo razão de força maior, colocada à ponderação e decisão do Senhor Arcebispo Primaz, cada membro do Conselho Económico não poderá permanecer no mesmo por mais de dois mandatos seguidos. (Boletim Construir nº.43 de 21.10.2012)

 

Recomende este site desenvolvido por aznegocios.pt