Newsletter

Sábado, 18 de Novembro de 2017

Catequese da infância e adolescência


 

 

      C A L E N D Á R I O    D A     C A T E Q U E S E     

ANO PASTORAL 2017/2018

O 1º. e 2º. anos de catequese terão sessões semanais às segundas e sextas-feiras em instalações na Casa  do Menino Deus, gentileza que a Paróquia agradece à Venerável Ordem Terceira de S. Francisco / Casa do Menino Deus, além de outras celebrações e encontros, quer nas salas de catequese, quer na Igreja Matriz.

Sessões semanais: Sextas-feiras, às 18.00 e Sábados, às 15.00

Missas dominicais: Domingos, às 11.00

Ensaio do Coro da catequese: Sábados, às 16.30

Reuniões mensais (catequistas) às 16.30:

07.10.2017

04.11.2017

02.12.2017

06.01.2018

03.02.2018

03.03.2018

07.04.2018

05.05.2018

02.06.2018

25.06.2018

01.09.2018

15.09.2018

Dia Arciprestal do Catequista e convívio: 12 de Novembro de 2017

Festas da catequese:

22.10.2017: Festa do Acolhimento (1º. Ano)

04.02.2018: Festa das Bem-aventuranças (7º. Ano)

25.02.2018: Festa da Esperança (5º. Ano)

03.03.2018: Festa do Perdão (3º. Ano)

11.03.2018: Festa da Palavra (4º. Ano)

18.03.2018: Festa do Pai Nosso (2º. Ano)

19.05.2018 Festa do Compromisso (9º. Ano) e Festa do Envio (10º. Ano)

20.05.2018: Festa da Vida (8º. Ano)

27.05.2018: Festa da Fé (6º. Ano) 

31.05.2018: Festa da Eucaristia (3º. Ano) 

O R G A N I Z A Ç Ã O

CATEQUISTAS

1º. Ano

Rosalina Vilela

Maria Manuela Lopes Coutinho Matos

Maria do Céu Araújo Salgueiro

 

2º. Ano

Maria Manuela Vale de Castro Lopes

Maria Belandina Silva Laranjeira Costa

Inês Bernardo Pereira

Ana Margarida Lopes da Costa

 

3º. Ano

Susana Maria Ferreira da Silva Pedras

Marlene

 

4º. Ano

Susana Maria Gonçalves da Rocha Fernandes

 

5º. Ano

Maria Adelaide Gomes Araújo Simões

Maria Belandina Silva Laranjeira Costa

 

6º. Ano

Rosalina Vilela

Maria do Céu Araújo Salgueiro

Diana

 

7º. Ano

Sílvia Cardoso

 

8º. Ano

Maria de Fátima Augusto Bernardo Pereira

 

9º. Ano

Justino António Oliveira Neiva

 

10º. Ano

Ana Maria Neves

 
 
REUNIÕES DE PAIS (em actualização)
 
1ª. fase (1º. ano):
1ª. fase (2º. e 3º. anos):
2ª. fase (4º. ao 6º. anos):
3ª. fase (7º. ao 10º. anos)
 
 

ITINERÁRIO CATEQUÉTICO PARA A INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

 

A catequese de infância com duas fases:

·       Primeira Comunhão

·       Festa de Fé.

 

A catequese de adolescência com duas fases também:

·       O sentido da vida

·       O compromisso cristão.

 

Este itinerário poderá culminar na celebração do Crisma.

 

O Programa de Catequese para a infância é uma proposta de programação para seis anos de catequese, compreendidos entre os 6 e os 12 anos. De acordo com as características próprias dos catequisandos, este programa compreende duas etapas que culminam com celebrações festivas profundamente vinculadas ao caminho de fé percorrido em cada etapa. A relação entre as diferentes etapas faz-se num desenvolvimento progressivo do mistério cristão.

A catequese da Adolescência tem como objetivo esclarecer e dar resposta a dúvidas em relação a Jesus Cristo e à personalidade de cada adolescente. Compreende a quarta e última fase da catequese. É marcada pela responsabilidade comunitária e culmina com a receção do Sacramento do Crisma, passando pela Festa da Vida: prepara os jovens para os grandes combates para a vida, dando-lhes a noção de que vale a pena ter uma postura cristã, face a problemas como a droga, o crime, a vida social e económica, etc. A descoberta de Jesus Cristo como amigo, grande referência que dará ao adolescente sentido da vida e para resolução de questões existências.

Os adolescentes, inconscientemente, traçam um círculo em torno da pessoa e só deixam entrar aqueles que lhes reforçam o seu próprio eu. Encontram grandes dificuldades no relacionamento com eles próprios, com Deus e com os outros.

Nos últimos anos 9º e 10º é uma fase de compromisso como Cristão, pretende ajudar os adolescentes a realizarem o seu compromisso comunitário e eclesial.

 

A catequese divide-se em 4 etapas.

 

1ª Etapa - Inserção na Comunidade

É uma fase de acolhimento por parte de toda a Comunidade Cristã, que visa a progressiva inserção na vida da fé da Igreja.

 

Iª Etapa – Inserção na comunidade

1º ano

Jesus gosta de mim

Festa do Acolhimento

2º ano

Ensina-nos a rezar

Festa do Pai-Nosso

3º ano

Em Ti vivemos

Festa da Eucaristia

2ª Etapa - A Vida da Fé

Esta etapa é dedicada à primeira síntese da fé cristã. Ser cristão é seguir Jesus e viver à maneira da comunhão trinitária.

 

IIª Etapa - A vida da fé

4º ano

Tens Palavras de vida eterna

Festa da Palavra

5º ano

Sereis o meu povo

Festa da Esperança

6º ano

Creio em Ti, Senhor

Festa da Fé

 

3ª Etapa - Sentido Cristão da Vida

É uma fase de descoberta de Jesus Cristo como o amigo, a grande referência para o sentido da vida e para a resolução das grandes questões existenciais.

 

IIIª Etapa – Sentido cristão da vida

7º ano

Projeto mais

Bem-aventuranças

8º ano

Somos mais

Festa da Vida

4ª Etapa - Compromisso Cristão

Esta última etapa do itinerário de dez anos quer ajudar os adolescentes a realizarem o seu compromisso comunitário e eclesial. Tem ainda em conta a necessidade de uma nova síntese da fé, agora no horizonte adolescente e juvenil.

IVª Etapa – Compromisso Cristão

9º ano

O desafio de viver

Celebração do compromisso

10º ano

A alegria de crer

Festa do Envio

 

O PAPEL DOS PAIS NA CATEQUESE

Viver a Fé

  • Acompanhar os filhos em todas as atividades da catequese.
  • Participar na Eucaristia
  • Rezar em Família

Ser um membro ativo na nossa comunidade

  • Comissão de pais
  • Grupo Coral
  • Grupo de Leitores
  • Apoiar na catequese
  • Outros grupos da paróquia

 

OS PAIS, PRIMEIROS EDUCADORES DA FÉ DOS SEUS FILHOS

 

226. O testemunho de vida cristã, manifestado pelos pais, no seio da família, chega até as crianças envolvido em ternura e respeito materno e paterno. Assim, os filhos compreendem e vivem alegremente a proximidade de Deus e de Jesus, testemunhada pelos pais, de tal modo que esta primeira experiência cristã, a maioria das vezes, deixa uma marca decisiva que dura por toda a vida. Este despertar religioso infantil, no ambiente familiar, tem um carácter «insubstituível». Esta primeira iniciação consolida-se quando, por ocasião de certos acontecimentos ou festas familiares, «se tiver o cuidado de explicar em família o conteúdo cristão ou religioso de tais acontecimentos». Esta iniciação aprofunda-se ainda mais, quando os pais comentam e ajudam a interiorizar a catequese mais metódica, que os seus filhos mais crescidos recebem na comunidade cristã. De facto, «a catequese familiar precede, acompanha e enriquece todas as outras formas de catequese». 227. Os pais recebem, no sacramento do Matrimónio, «a graça e a responsabilidade da educação cristã dos filhos», a quem testemunham e transmitem os valores humanos e religiosos. Tal ação educativa, que é a um tempo humana e religiosa, é um «verdadeiro ministério», por meio do qual se transmite e se irradia o Evangelho, a tal ponto que a própria vida de família se torna itinerário de fé e escola de vida cristã. À medida que os filhos crescem, o intercâmbio torna-se recíproco e, «num diálogo catequético deste tipo, cada um recebe e dá alguma coisa». Por isso, é necessário que a comunidade cristã preste uma especial atenção aos pais. Deve ajudá-los a assumirem a tarefa, hoje especialmente delicada, de educar os seus filhos na fé, por meio de contactos pessoais, encontros, cursos e também mediante uma catequese para adultos, dirigida concretamente aos pais. (…)

                                              

CONGREGAÇÃO PARA O CLERO,

Diretório Geral da Catequese, 1997, nº 226-227  


 

A PROPÓSITO DA CATEQUESE

Ao inciarmos mais um ano de catequese, convém recordar alguns princípios orientadores.
1. A catequese é um serviço da Paróquia às famílias cristãs. É mesmo o primeiro serviço à comunidade: trata-se da transmissão da fé, logo do primeiro cuidado com o seu próprio futuro como comunidade. Mas o pedido dos pais para que a Paróquia faça catequese não dispensa os pais do dever de serem os primeiros transmissores da fé em Jesus. O dever de catequizar os filhos arranca dos sacramentos do Matrimónio e do Baptismo e pertence de direito aos pais. A Paróquia com os catequistas colabora com os pais.
2. Daí que não pode haver catequese sem os pais, como primeiros empenhados. São estes que devem ir ao encontro dos catequistas, todos voluntários e felizes em poder ajudar quem precisa.
3. Todo o processo catequético destina-se à adesão à pessoa de Jesus vivida na comunidade. Logo, não pode haver catequese sem uma estreita ligação com a Eucaristia dominical. Não tem sentido educar aos sábados para a participação na Missa do domingo e, chegados a este, ficar-se em casa. Precisamente quando é suposto que a família participa na comunidade cristã e nela introduz a sua criança.
4. Como também não tem sentido dar um primeiro passo - com o baptizado - se não se tem em mente dar o segundo, terceiro, etc. O processo é um todo e destina-se a acompanhar a vida toda: a Igreja fala hoje de catequese das crianças, dos jovens e dos adultos. E na sociedade civil até se criam «universidades» seniores... E a vida da fé é mais que um saber doutrinas... é viver uma relação que dá sentido à vida toda. Trata-se de aderir. De aderir a Jesus Cristo. De uma adesão que tem de ser alimentada. Caso contrário definha e morre.
5. Um funeral cristão não é senão o termo de um processo iniciado no baptizado: só tem sentido quando a vida se tornou a via onde circulou a fé, a relação com o Senhor.
6. Numa sociedade plural, as nossas crianças começam bem cedo a perceber a «hostilidade» de colegas e ambientes secularizados: convivem na escola com colegas já maioritariamente dizendo-se não crentes ou apenas baptizados mas sem catequese. E às vezes mesmo têm de escolher: ou a sessão de catequese ou a festa de aniversário do colega de escola. Será que já se marcam as festas para a hora de catequese como desafio aos que a frequentam?
7. Como em qualquer processo educativo, a assiduidade - não faltar nunca sem justificação séria - é a primeira exigência. E os catequistas que se dedicam têm direito a serem respeitados no trabalho benévolo que desenvolvem.

Paróquia de Santa Maria Maior de Barcelos, 22 de Setembro de 2013

O Prior - P. Abílio Cardoso


CATEQUESE FAMILIAR

O empenhamento dos próprios pais num acompanhamento presencial e permanente, há muito que parece aos nossos catequistas que será o melhor modo de se fazer hoje catequese. Por isso, face aos bons resultados conhecidos noutras paróquias onde a experiência está a ser feita, eles decidiram-se pela Catequese Familiar, a começar já no próximo ano catequético. Assim, as crianças que se inscrevem no primeiro ano terão já um acompanhamento especial envolvendo os próprios pais num método que, certamente, será bem acolhido entre nós.

Paróquia de Santa Maria Maior, 22 de Junho de 2014


EXTRATO DA HOMILIA DO PAPA JOÃO PAULO II
PARA OS CATEQUISTAS EM PORTO ALEGRE

Porto Alegre, 5 de Julho de 1980

"Antes de mais nada: a catequese na família. Nos primeiros anos de vida da criança, lançam-se a base e o fundamento do seu futuro. Por isso mesmo, devem os pais compreender a importância de sua missão a este respeito. Em virtude do batismo e do matrimónio são eles os primeiros catequistas de seus filhos: de facto, educar é continuar o acto de geração. Nesta idade, Deus passa de modo particular “através da intervenção da família” (Sacrae Congregationis Pro Clericis, Directorium Catechisticum Generale, 79).

As crianças têm necessidade de aprender e de ver os pais que se amam, que respeitam a Deus, que sabem explicar as primeiras verdades da fé (cf. Catechesi Tradendae, 36), que sabem apresentar o “conteúdo cristão” no testemunho e na perseverança “de uma vida de todos os dias vivida segundo o Evangelho”(Ibidem, 68)." 

"Pais catequistas, a Igreja tem confiança em vós, ela espera muito de vós.

Quero, além disso, recomendar vivamente a catequese paroquial. A paróquia é o lugar em que a catequese pode desdobrar toda a sua riqueza. Nela, a escuta da palavra associa-se à oração, à celebração da Eucaristia e dos outros sacramentos, à comunhão fraterna e ao exercício da caridade. Nela, o mistério cristão é anunciado e vivido. Urge que cada paróquia se torne um lugar onde a catequese ocupa a maior das atenções e reencontre “a própria vocação, que é a de ser uma casa de família, fraternal e acolhedora, onde os baptizados e os confirmados tomam consciência de ser Povo de Deus”(Ibidem, 67). "