Nota pastoral na abertura do novo ano pastoral

Carta de D. Jorge Ortiga dirigida aos sacerdotes da Arquidiocese de Braga.

Caríssimo sacerdote, 

1. Estamos a iniciar um novo ano pastoral que, infelizmente, vai ser totalmente diferente. As perspectivas quanto à pandemia não são muito animadoras. A Covid-19 trouxe-nos um conjunto de mudanças e transformações que alteraram os nossos comportamentos habituais e estão a motivar uma reflexão séria para encararmos novas atitudes pastorais. Foram muitas as alterações a nível pessoal, social e eclesial e talvez ainda não tenhamos consciência do que importará realizar. Estamos perante tempos novos cheios de incerteza e de desafios. Para alguns motivam angústia e desespero; para nós será uma oportunidade para despertarmos esperança, renovando as comunidades e encontrando novos modos de construir a pastoral. Tornou-se já um lugar comum afirmar que nada ficará na mesma. O Papa, por seu lado, diz, por diversas vezes, que teremos de sair da pandemia melhores e mais fortes.

É esta visão positiva que teremos de assumir. Podemos não saber muito bem qual o caminho a percorrer, mas, por sua vez, o desencanto e o pessimismo não podem tomar conta de nós. Há muito caminho novo a percorrer.

Tivemos um período de confinamento que nos obrigou a fechar as nossas igrejas. Depois demos início às celebrações com um sentido grande de responsabilidade face aos perigos de contágio. Este cuidado deve ser conservado. É possível que um cenário semelhante possa acontecer de novo, por isso não nos podemos desleixar. Há normas a observar escrupulosamente em todos os espaços e lugares. Deveremos, por isso, estar sempre atentos a todas as orientações da Direção-Geral de Saúde. São para serem cumpridas e para juntos, em diálogo permanente, encontrarmos modos de as concretizar.

2. A pandemia obriga-nos a repensar a pastoral. A Igreja continua a dar importância à evangelização e à educação da fé, à celebração festiva dos mistérios sagrados e à vivência de uma caridade incarnada que dê resposta aos problemas reais. Cada um destes aspectos da vida comunitária exigirá uma reflexão que encontre caminhos novos, seguros e abertos à novidade. Não podemos parar nem nos contentar com os mínimos, desculpando-nos com a pandemia. Esta deve transformar-se numa circunstância que propõe itinerários de renovação eclesial. 

Sabemos que ela veio denunciar muitas contradições na cultura moderna. Importa reconhecer a originalidade do cristianismo, da qual, porventura, também a Igreja se afastou. Sabemos que a história foi acumulando elementos que nem sempre proclamam a pureza do Evangelho. Haverá joio a deixar cair para vislumbrar um cristianismo ousado e corajoso que aposta no essencial de seguir Jesus. Ajudados pelas lições da pandemia, podemos encontrar-nos com a autenticidade da missão eclesial.

Olhando para a pastoral, não podemos permitir que os sacerdotes se cristalizem na celebração da eucaristia. Sabemos que ela é imprescindível na vida dos cristãos. Começamos a tomar consciência do número reduzido dos cristãos que participam. São limitados os lugares nas nossas igrejas e parece-nos que começam a ficar vazias. São muitos os que não se atrevem a entrar nas igrejas e muitos outros contentam-se com a eucaristia pela televisão, dizendo que é tudo a mesma coisa. São muitos os factores que aconselham a desvalorizar o mandamento da participação eucarística semanal. Trata-se de um verdadeiro problema para o presente e para o futuro das comunidades. 

Talvez ainda não nos tenhamos apercebido da gravidade desta situação e das consequências que poderá trazer. Tudo nos obriga a celebrações melhor preparadas e comunitárias. Nunca faremos o suficiente para revalorizar a eucaristia como encontro de irmãos no amor, onde a Palavra de Deus é actualizada na vida e, sobretudo, onde se saboreia a presença real de Cristo que alimenta e estimula na complexidade da vida. Esta pandemia deveria levar-nos a pensar na qualidade das nossas celebrações e no modo como elas incidem na vida. Talvez tenhamos de reconhecer que nos falta espiritualidade e que abundam formalismos, que a comunidade assiste passivamente a ritos e não participa e vive com intensidade a experiência do amor de Cristo que se entrega, também hoje, pela Humanidade.

3. Ao mesmo tempo, a Igreja terá de ter a coragem de sair dos templos e percorrer os caminhos dos homens para chegar a todas as periferias humanas. Precisamos de coragem para atender humana, espiritual e materialmente os nossos cristãos e todas as pessoas que se aproximam de nós ou que vivem nos territórios das nossas comunidades. Este vírus global, esta pandemia, veio reforçar a exigência de uma solicitude por todos. Ficou na memória de todos a palavra do Papa Francisco quando, sozinho, na Praça de S. Pedro, rezava em contexto de pandemia. “Estamos todos no mesmo barco”. Ou perecemos todos ou nos salvamos todos. 

Para isso, deveremos encontrar novas formas de presença da Igreja. Ela não se confunde com o mundo, mas foi enviada para o mundo. Talvez até agora nos tenhamos encerrado nos nossos espaços. A Igreja terá de encontrar outros modos de agir e influenciar o mundo. Urge percorrer novos caminhos para estar com todos. As redes sociais, a internet, os grupos de amigos sugerem muitas iniciativas como novos púlpitos que terão de ser devidamente aproveitados. Nestes novos caminhos de presença junto das pessoas e dos problemas, levaremos uma mensagem que terá de ser sempre prepositiva e nunca como profetas das calamidades. É o positivo que atrai.

4. Esta certeza de um único vírus que está a exigir responsabilidades a todos, sem excluir ninguém, proporciona-nos outra verdade que deveria ser inquestionável. A Igreja está na Arquidiocese e esta, como continuadora da missão de Cristo, tem um programa em que, sem esquecer a universalidade da mesma missão, se concentram em alguns pormenores que são delineados colegialmente, procurando corresponder às necessidades do tempo e das comunidades. Desde que me encontro à frente da Arquidiocese, sempre tivemos um programa bem definido. Sei que nem sempre tem sido acolhido por todas as comunidades com alegria e responsabilidade. Dou graças a Deus por todo o dinamismo de novidade e unidade que ele tem suscitado nas comunidades. Cada comunidade, à sua maneira, assume o Programa Pastoral. Acredito que aceitaremos esta interpelação.

O programa para 2020+21 situa-nos nas exigências deste momento histórico que estamos a viver e oferece perspectivas que permitem continuar a apostar na renovação eclesial. Este é o objectivo final. Temos itinerários que nos conduzirão a esta meta. Sabemos que é um desafio para cada uma das comunidades. As ideias centrais são capazes de suscitar muitas iniciativas conforme as peculiaridades de cada uma. Temos um objectivo único e os caminhos para o atingir terão de mostrar a riqueza de um todo policromado que, necessariamente, dirá ao mundo que acreditamos num Deus que nos transcende e motiva para a construção de uma humanidade plural, mas igual nos direitos fundamentais. Daí que no Programa Pastoral tenhamos de colocar uma grande dose de aventura e esperança, sendo sempre mais ousados, para que os resultados aconteçam com naturalidade. 

Depois de percorrermos os caminhos da fé e da esperança, queremos enveredar pelos meandros da caridade. Sabemos que nela está o essencial do cristianismo. Acreditamos num Deus amor e sabemos que somos discípulos do enviado pelo Pai quando nos amamos. Deus é Pai de todos e nós somos irmãos. Pregamos a paternidade universal de Deus e sabemos, partindo da nossa experiência de filhos, que deveríamos viver uma fraternidade inclusiva nas crenças e na cor da pele. Deus criou-nos para a felicidade, que coloca nas mãos de cada um como dom e conquista, mas que responsabiliza para que ela seja oferecida a quem não a consegue experimentar. A fraternidade universal é, assim, o sonho de Deus que os homens devem interpretar. Pode parecer impossível. A fé e a esperança motivam sempre e não permitem desânimos.

5. Perante esta doutrina, a Igreja aparece como sacramento, sinal e instrumento. A sua razão de existir está na concretização deste projecto de Deus. São muitas as características que a devem diferenciar de tantas outras instituições que existem na sociedade. Como igreja particular, quisemos deixar-nos cativar por uma Igreja sinodal e samaritana. Duas palavras muito simples, mas cada uma carregada de desafios concretos que importam concretizar.

Com a palavra “sinodal”, queremos reconhecer que, na verdade, caminhamos juntos. A vida é de cada um, mas ninguém é capaz de a viver sozinho. Estamos todos no mesmo caminho e somos interdependentes. Não há estranhos, nem inimigos. Só de mãos dadas conseguirei ser o que sou.

Esta certeza que entrelaça a vida vive-se nas acções que realizamos e nas decisões que tomamos. Se é importante a circularidade das vidas para aceitar e ajudar os outros com iniciativas de amor, também é fundamental que na hora de optar e escolher nos encontremos para delinear e decidir.

A Igreja que queremos construir é, nesta dinâmica, uma igreja solidária com todos, particularmente com os excluídos e marginalizados pela sociedade. Mas também o é na procura dos caminhos para a acção pastoral. A responsabilidade não é de alguns. O clericalismo deve ser ultrapassado e não podemos permitir qualquer tipo de autoritarismo. Todos têm algo a oferecer para a construção da Igreja de Deus.

6. Com a palavra “sinodal” teremos de aceitar o acompanhamento como atitude pastoral a desenvolver em todas as iniciativas. Se percorrermos as últimas intervenções do Santo Padre e os documentos da Santa Sé verificamos que é isto o que nos é pedido para todas as áreas e sectores. Discernir e acompanhar são duas palavras que teremos de descodificar permanentemente aprendendo as suas exigências que não obedecem a critérios pré-definidos. Estamos muito marcados pelo hábito e pela rotina. Parece que os nossos dias devem ser iguais. Quando nos colocamos a caminho com os outros, reconhecemos que temos muito para aprender, e que eles necessitam da palavra que só nós lhes poderemos oferecer.

Atenção particular no acompanhamento merecem os jovens. Parece que se afastam antes ou depois do Crisma. Não querem caminhos feitos, mas esperam que caminhemos com eles com vontade de escutar as suas aspirações. Neles poderemos encontrar muitas energias para as nossas comunidades, desde que confiemos e nos disponhamos a escutar para juntos discernirmos o caminho a percorrer. Acreditemos nos jovens e permitamos que coloquem os seus talentos e competências ao serviço das comunidades.

7. O nosso caminhar com os outros terá de ser revestido por uma atitude de serviço e doação. O mundo actual tem muitas vulnerabilidades e debilidades. Algumas são evidentes, outras escondem-se por detrás de uma vida apressada que pretende ocultar muita coisa. Todos falam de uma sociedade de iguais. Só que as desigualdades persistem e a exclusão vai-se impondo em situações que deveriam ser impensáveis. O sofrimento moral – espiritual e físico – domina a sociedade dita evoluída. Uma das lições da Covid-19 é que a Humanidade estava convencida que dominava a ciência médica e que não havia segredos. Tinha-se a sensação de não existirem doenças invencíveis. 

Verificamos, agora, como a morte se aproxima de nós com toda a imprevisibilidade, fazendo com que a insegurança, o medo, o temor cresçam permanentemente. Falamos de esperança, mas tudo empurra para uma sensação de a perder. Agia-se de um modo arrogante e pensava-se que não havia segredos na natureza. Por outro lado, sabemos que o bem-estar não reside em todos os lares e que se vão aglutinando sinais de pobreza por causa de uma crise económica que agora se agrava. Cresce, também, uma grande perplexidade por causa da falta do trabalho ou do trabalho precário. O pão começa a faltar e as promessas de uma dignidade para todos parece uma utopia.

8. Perante este mundo de dor e de sofrimento, a Igreja que queremos construir deve olhar para a atitude do Bom Samaritano. É parábola com traços de realismo. A “margem” da vida acumula muitas situações com parâmetros diferentes. Importa deter-se, encher-se de compaixão, cuidar, gastar tempo e dinheiro, entregar aos cuidados dos outros mas não se desligar dos problemas. O que quererá dizer uma Igreja Samaritana? Não é fácil descrever. Colocar-se nas pegadas de Cristo, que é o verdadeiro samaritano, levar-nos-á a um conjunto de iniciativas de valor incalculável. A partir de pequenas coisas, sinal das nossas poucas possibilidades, daremos qualidade de vida a todos quantos pertencem às nossas comunidades. Basta acreditar, pensar e agir.

9. Imbuídos deste projecto de construir uma Igreja Samaritana e Sinodal, proponho cinco percursos para o realizar.

a) O momento que vivemos reclama uma reorganização da pastoral sócio-caritativa. Cada cristão é chamado a ser um bom samaritano na atenção e resposta aos problemas. Só juntos estruturaremos soluções credíveis. Os problemas sociais existentes no território das paróquias são imensos. É preciso uma grande capacidade para os ver. É mais fácil supor que não há pobres e que as respostas acontecem estruturalmente. Há gritos, alguns imperceptíveis, que importa ouvir, e só uma visão de conjunto consegue aperceber-se do que verdadeiramente está a acontecer. Há pobreza escondida, a começar nos nossos ambientes familiares; há doenças do foro mental em pessoas que não são compreendidas, mas julgadas e criticadas, há solidão debaixo de telhados onde parece nada faltar; há violência doméstica motivada por razões inexplicáveis. Em suma, a pobreza deve ser estudada e as respostas encontradas. Este plano sobre a caridade reserva-nos diversas surpresas. Importa que as queiramos encontrar.

b) No tempo de confinamento fizemos a descoberta da importância da família. Estávamos a habituar-nos a relativizar a sua importância perante o poderio do individualismo. Para muitos, a casa era o hotel para dormir ou o restaurante para fazer as refeições. As relações interpessoais quase não existiam. Encontrou-se tempo para estar juntos, conversar, jogar, ver televisão. E, também em muitos casos, para experimentar a vida cristã na leitura e oração da palavra de Deus e na vivência da eucaristia transmitida pela internet. Teremos, agora, de continuar a valorizar a família. Se ela foi a instituição que amortizou muitos efeitos perniciosos, teremos de a tornar o que ela deveria ser para todos os cristãos. A Igreja, desde os Actos dos Apóstolos, apresenta-se na sua dimensão doméstica. É este o seu estatuto, que teremos de promover e recuperar. São necessárias iniciativas variadas para o alcançar. Importa partilhá-las, colocando-as ao serviço dos outros. Por aqui pode passar a catequese e, como importa trabalhar esta hipótese, a formação cristã e a consciência de servir na caridade para com todos.

c) Nunca as redes foram tão valorizadas. Foram elas que destruíram distâncias e criaram proximidade. Destruíram solidão e encheram muitas noites de isolamento. Chegaram e alimentaram amizades, muitas desconhecidas e anónimas, e estabeleceram pontos que atenuaram a tristeza do confinamento.

Já estávamos convencidos da sua importância. Hoje reconhecemos que as teremos de colocar nos dinamismos da nossa pastoral ordinária. Serão meios para criar proximidade, dar alento em ocasiões de tristeza ou desânimo, anunciar a palavra que a Igreja deve comunicar aos seus fiéis. São uma verdadeira catedral virtual onde nos devemos encontrar, escutar e encorajar não só para distração e ocupação do tempo livre mas também ir semeando a Boa Nova a proclamar ao homem moderno.

As comunidades paroquiais necessitam de se organizar neste sentido. No estilo sinodal, não será uma tarefa apenas para o sacerdote. Há muitas competências a aproveitar e novidades a incentivar. Um reactualizar os ficheiros paroquiais, servindo-nos do nosso programa Kyrios, pode ser o meio para uma comunicação permanente chegando a todas as pessoas com mensagens que de outro modo não serão escutadas. É um mundo a descobrir.

d) Se caminhamos juntos sendo samaritanos para com todos, teremos de o tornar visível nos grupos que constituímos. Ninguém conseguirá concretizar um projecto sozinho. Importa unir-se e crescer de mãos dadas. Os grupos Semeadores de Esperança continuam a ser uma proposta válida. Podem funcionar de modo presencial ou virtual, podem juntar pessoas de várias famílias ou acontecer nas famílias que uma noite por mês se reúne para este efeito. A leitura de uma passagem, os comentários e os compromissos a assumir expressam um modo novo de viver a fé. Foi assim que os primeiros cristãos conseguiram vencer as perseguições e colocar a semente do Evangelho no coração das pessoas e das sociedades. Não tinham igrejas para as celebrações. As casas eram lugares de encontro para sentirem a força que lhes vinha do amor de Cristo. Experimentado o amor entre eles, sentiam o dever de o comunicar aos outros numa rede de caridade concreta, aberta aos cristãos, mas também aos outros, que faziam com que os outros aderissem a Cristo porque verificavam como eles amavam e se amavam.

e) O Santo Padre pediu que a Igreja vivesse um ano dedicado à encíclica Laudato Si. Este ano deve prolongar-se até ao dia 24 de Maio, sexto aniversário da sua publicação. Era importante que o seu conteúdo passasse pelas homilias, catequese e iniciativas dos movimentos. Sabemos como importa criar uma nova mentalidade de preservação de toda a criação. Por aqui passa a qualidade de vida a que todos aspiram. Muito depende das determinações políticas. A nós toca-nos educar para uma ecologia integral onde a ecologia dos gestos quotidianos tem um significado especial. O tempo de pandemia é mais um pretexto para esta responsabilidade de cuidar da natureza como a nossa casa comum. No dia 1 de Setembro celebrámos o Dia da Criação e, até 4 de Outubro, devemos celebrar o “Tempo (Jubileu) da Criação”, procurando trabalhar por um equilíbrio sustentável entre as realidades ecológicas, económicas e sociais.

10. A Arquidiocese de Braga está a viver um momento que se deve revestir de grande responsabilidade espiritual e eclesial. Esperamos que o Santo Padre nomeie um novo Arcebispo. Importa dar um passo em frente e criar um ambiente de expectativa marcada pela oração. Aceitaremos quem a Igreja nos oferecer, mas pedimos a Deus que nos dê a graça de um pastor para os dias de hoje, nesta parcela da Igreja que se orgulha do seu passado, e que quer continuar a edificar o reino de Deus fiel à Palavra e às necessidades concretas deste povo do Minho. Criemos ambiente de oração e trabalhemos para que a renovação prossiga através da responsabilidade dos leigos e dos sacerdotes.

Caríssimo sacerdote, no início de mais um ano pastoral, pretendi sublinhar alguns aspectos do nosso Programa Pastoral. Nada de novo. Tudo é conhecido. A novidade está na aceitação dos desafios propostos. Sei que cada um dará o seu contributo. Continuarei, também, a dar o meu até que Deus determine o contrário. Rezo e espero que rezeis por mim. Vamos, com entusiasmo, ser esta Igreja sinodal, caminhando com todos os sacerdotes, com os nossos cristãos e com o mundo que nos rodeia. Neste sentido saibamos ser samaritanos que oferecem vida e esperança.


Braga, 04 de Setembro de 2020

 † Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz

Publicado em 2020-09-06

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