
Pe. José Figueiredo do Vale Novais
09.08.1929 - 01.03.2026
Estamos no início de um novo ano:
como em todos, novos desafios se nos apresentam. A Paróquia está em constante
revisitação do seu dinamismo pastoral.
Todos temos consciência das
dificuldades por que passa a Igreja, nomeadamente com a falta de padres: menos
em número e mais idosos.
Se olharmos para a nossa Paróquia,
o número de missas mantém-se quase inalterado desde há 18 anos, quando o atual
Prior iniciou funções. Entretanto, a muito menor participação na missa
impõe-nos a sensatez de revermos o esquema de celebrações na cidade, chamada,
como centro, a ter em conta as dificuldades das periferias.
Teremos gente capaz para
compreender e dialogar? E diante do quadro atual (2 missas na Matriz, 2 no
Senhor da Cruz, 1 na Igreja do Terço, 1 na Misericórdia e 4 em Santo António)
não será tempo de reduzir ao número de missas já, o que será inevitável,
queiramos ou não?
Tenho vindo a alertar para o
assunto. E tenho vindo a propor que, em vez de retirar celebrações, também à
semana, mantermos os espaços de culto habituais com outras celebrações ou atos
de devoção. Se temos quem anima o Terço, não poderemos ter também quem possa
presidir a Celebrações da Palavra, Liturgia das Horas, adorações eucarísticas,
devoções?
Quem quer e se dispõe a rezar com
outros, animando a oração?
Precisa a Paróquia de constituir
um bom grupo de animadores para presidirem a celebrações, que integrarão
também os Ministros da Comunhão, os animadores de canto e os Leitores.
Dirijo
um convite a todos. E reforço-o às Mesas das Confrarias. Vamos preparar o
futuro. Já.

09.08.1929 - 01.03.2026

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